sexta-feira, 21 de julho de 2017

In The End (RIP Chester Bennington)

It starts with 

One thing, I don't know why 
It doesn't even matter how hard you try
 Keep that in mind I designed this rhyme to explain in due time
 All I know 
Time is a valuable thing 
Watch it fly by as the pendulum swings 
Watch it count down to the end of the day
 The clock ticks life away 
It's so unreal 
Didn't look out below 
Watch the time go right out the window 
Trying to hold on, but didn't even know 
I wasted it all just to watch you go 
I kept everything inside 
And even though I tried It all fell apart 
What it meant to me will eventually be a memory of a time when 

 I tried so hard and got so far
 But in the end, it doesn't even matter 
I had to fall to lose it all 
But in the end it doesn't even matter

 One thing, I don't know why
 It doesn't even matter how hard you try
 Keep that in mind I designed this rhyme to remind myself how
 I tried so hard In spite of the way you were mocking me 
Acting like I was part of your property
 Remembering all the times you fought with me 
I'm surprised it got so [far] 

Things aren't the way they were before 
You wouldn't even recognize me anymore 
Not that you knew me back then 
But it all comes back to me [in the end]
 I kept everything inside 
And even though I tried It all fell apart 
What it meant to me will eventually be a memory of a time when 

 I tried so hard and got so far 
But in the end, it doesn't even matter 
I had to fall to lose it all 
But in the end it doesn't even matter

 I've put my trust in you 
Pushed as far as I can go for all this 
There's only one thing you should know 
 I've put my trust in you 
Pushed as far as I can go for all this 
There's only one thing you should know 

 I tried so hard and got so far 
But in the end, it doesn't even matter
 I had to fall to lose it all 
But in the end it doesn't even matter


sexta-feira, 14 de julho de 2017

A Verdadeira História de João e Maria

Sim, eu sei que dei uma SUMIDA MASTER daqui do Blog, mas eu juro que agora estou de volta para dar o ar da graça.
E hoje, eu estou aqui para contar para vocês sobre a verdadeira história de João e Maria.
Espero que gostem, e vamos lá!


Entre os anos de 1315 e 1317, a França foi dominada por um rigoroso inverno e um verão chuvoso, gerando sérios prejuízos para agricultura.
Para não morrerem de fome, muitos pais optavam por matar e comer suas crianças, e os pais que se recusavam a fazer essa barbaridade, muitas vezes abandonavam seus filhos na floresta, para que se sejam encontrados por alguma família rica. Porém, muitas crianças tinham o infeliz destino de morrerem de fome na floresta.


Esse foi mais ou menos o caso de um casal muito pobre, que tinham dois filhos: Jean (Nome verdadeiro de João na história original), de 12 anos, e a pequena Jeannette (Maria), de 8 anos.
Certo dia, o casal levou as duas crianças para um passeio na floresta, e esperaram as crianças se distrairem, e vão embora aos prantos.
Desesperados e sem ter para onde ir, Jean e Jeannette resolvem subir em uma árvores, a procura de abrigo.
No topo da árvore, as crianças avistam duas casas. Uma de telha vermelha, e a outra de telha branca.


Na história original, não existe nenhuma casa feita doces, como na história que conhecemos. Então as crianças optam por irem até a casa da telha vermelha.
Chegando lá, os dois são recebidos por uma doce e gentil senhora, que os convidam para passar a noite em sua casa, com a condição de que não façam barulho, pois seu marido tinha o hábito de comer crianças.

Logo, as crianças descobrem que a mulher era casada com o próprio Demônio encarnado. Como Jean e Jeannette eram de família cristã, e rezavam frequentemente, começaram a orar por suas vidas.
Mas de nada adiantou, o demônio sente o cheiro das crianças, as encontram e as aprisionam.
O demônio passa a agredir e a abusar de Jeannette, e a obriga a alimentar Jean frequentemente, para que esse possa engordar e come-lo.
Jeannette percebe que o demônio tinha uma visão muito ruim, e entrega a Jean um rabo de rato, para o demônio pensasse ser o dedo de Jean.
Ao perceber que o plano de engordar Jean estava falhando, se enfurece, e resolve construir uma guilhotina, para enfim conseguir matar Jean.
Chega o dia da execução de Jean. Mas antes de praticar o ato, o demônio sai para recolher lenha.

Jeannette havia ficado com a função de ser o carrasco da execução do próprio irmão.
Mas usando sua esperteza, Jeannette finge não saber como funciona a guilhotina, então a esposa do demônio resolve mostrar a garota como a máquina funcionava.
Quando a senhora enfim se deitou, Jeannette enfim puxou a alavanca, fazendo a lâmina descer, decapitando a mulher.
Jeannette vai correndo libertar seu irmão, e os dois irmãos fogem, levando consigo a carroça cheia de ouro, que antes pertecia ao demônio.

Ao chegar em casa, e encontrar sua esposa decapitada e morta, o demônio vai atrás das crianças, com sangue nos olhos.
Ele chega até a casa de telha branca, e lá, ele encontra a jovem lavadeira que ali vivia.
Ele pergunta a ela se ela tinha visto duas crianças com uma carroça cheia de ouro passando por ali.
A jovem diz que sim, e que as duas crianças passaram pelo rio, e se oferece para o demônio para também ajuda-lo a atravessar.
Ela cria uma ponte usando seus longos cabelos, mas ao demônio passar, ela os corta, fazendo o demônio cair e se afogar no rio.
As crianças voltam para casa sãs e salvas. Seu pais choram de felicidade ao ver-las vivam, e trazendo uma carroça com ouro.
E desde então, a família nunca mais passou fome, e todos viveram felizes para sempre.

terça-feira, 4 de julho de 2017

A Queda de Jeff

 A coisa que mais incomodava no jeff era sua aparência, sua cara rasgada, seus olhos queimados e sua pele branca.
 Por mais que ele queria não se incomodar com isso, ele se senti um monstro, não só por matar, matar, talvez seria seu único hobby, sua única forma de mostrar que ainda estava vivo.
 Jeff na verdade, tinha um demônio dentro dele, aquele demônio que todo ser humano tem dentro de si, aquela raiva incontrolável, mas jeff estava muito estranho, mais do que o normal:
 -Eu não aguento mais o meu rosto, eu não aguento mais ser desse jeito, essa boca cortada, esses olhos fundos, ninguém consegue olhar nos meus olhos, eu fui queimado, eu fui humilhado, eu fui morto, sem pálpebras, nada, meu rosto é pálido, eu vou matar todos, todos, um por um, eu vou cortar, eu vou matar,eu vou fazer todos dormirem, todos dormirão quando me ver, hahahahahaha.
 Jeff, assim como todo assassino, precisava sair, afinal, ele adorava matar, antes de matar, todo mundo falava como ele era estranho, todos olhavam para jeff e falavam como ele era horrível, que monstro é esse, quem é esse demônio?
 Jeff já estava sem controle, eram 3:00AM  e ele entrou na casa de ma garota, apenas com sua faca e seu belo sorriso estampado em seu rosto, jeff subiu as escadas bem de vagar, a garota estava dormindo em sua cama, jeff estava pendurado no teto, a garota acordou e olhou para el, quando viu seus olhos negros, e sua pee fedendo queimado, enxofre, a garota gritou, jeff chegou perto, tampou sua boca, e disse baixinho em seu ouvido:
 -Shhhhhhhhhhhh, vá dormir
 Após dizer isso, jeff passa sua faca na garganta da garota, cora ela em oito pedaços e os espalha pela casa, na parede, com sangue, ele escreve a seguinte frase: "VÁ DORMIR".
 Os detetives ficam loucos atrás de jeff, afinal, ele não matava apenas crianças e pessoas, ele já havia matado vários detetives da policia, e ninguém nunca conseguiu uma prova autentica dele.
 Jeff está louco, fugiu de seus padrões, não sabia mais o que fazer, estava surtado, simplesmente começava a se cortar dizendo:
 -Porra, que cara estranho que eu sou, porra, que cara estranho que eu sou, eu preciso matar alguém, eu preciso matar alguém
 Jeff estava sem controle
  Andando em uma rua escura, jeff vê em uma casa, um garoto, mas por alguma razão, não era um garoto qualquer, ele sentiu, nesse garoto, um demônio  igual ele, jeff esperou todas as luzes da casa se apagarem, com as luzes apagadas, entra na casa, jeff, com sua faca nas costas, foi chegando lentamente na cama do garoto, quando de repente, o garoto abre seus olhos e vê, jeff na sua frente, aquele olhar pálido e frio, como se toda a alegria do mundo tivesse ido embora, jef olhou nos olhos daquele garoto e disse rindo:
 -Hahahahahahaha, shhhhhhhhhhh, vá dormir.
 O garoto empurra jeff e diz:
 -Não, eu não vou dorir, você não é capaz de me matar, eu conheço você, eu sei quem você é, você não passa de uma criança assutada jeff.
 Jeff começa a gritar:
 -Cala a boca seu desgraçado, eu sou jeff, o assassino, eu vou te matar, eu vou te fazer dormir, você vai dormir, eu sou jeff, porra, eu sou jeff.
 Ele pula para cima do garoto e esfaqueia o garoto no ombro, de repente, o garoto consegue empurrar jeff pelas escadas, jeff desmaia.
 No outro dia, nos jornais, foi manche pra tudo que era lugar: "Homem conhecido pela polícia apenas como jeff o assassino, foi preso pelo assassinato de mais de 137 pessoas, a polícia decidiu não liberar uma fotografia do assassino para o público geral, devido a uma grande quantidade de cortes e deformidades para seu rosto, especialmente a ausência de seu nariz e um grande corte em sua boca, dando a impressão permanente de um sorriso frio e gélido, seus olhos, negros como a morte, não se sabe se  os ferimentos foram auto-infrigídos, já que o psicopata não quis dizer nada, a imagem pode ser encontrada em vários fóruns da internet e é usada por vários trolls da internet como imagem de choque, com o objetivo de assustar seus espectadores.
 O assassino foi preso na cidade do Panamá, na Flórida, depois que ele havia matado uma criança pequena de oito anos de idade e também, claro, outra criança que também morava nessa casa, porém, esse jovem reagiu e sobreviveu.
 Jeff foi à julgamento pela morte de 137 pessoas, e depois, pela morte de um juíz, jeff aguarda o dia de sua execução, jeff está derrotado, ou será que não?
  O dia de sua execução chega, jeff aguarda em sua cela, dois guardas chegam e levam jeff pelo corredor, no meio do caminho, jeff pega o cassetete de um dos guardas e quebra seu maxilar, nisso, ele aproveita e pega sua arma, atira no ombro do outro policial e consegue fugir da prisão.
 Logo na saída da prisão, jeff encontra um homem magro, alto e de terno, jeff não consegue ver seu rosto, mas este homem diz uma coisa para jeff:
 -Nós dois não somos pessoas comuns, somos apenas aberrações, Deus nos castigou e devemos nos vingar destruindo sua criação, hahahahahahahaha.
 O homem desapareceu na escuridão da noite.
 Jeff só pensa em se vinar do garoto que o entregou para a policia, agora, a mente de jeff estava totalmente destruída.
 Jeff espera todas as luzes da casa do garoto se apagarem e entra, o garoto acorda durante a noite e vê jeff, olhando para ele, ele sente algo diferente em jeff, um ódio, o garoto fica com medo, jeff chega lentamente perto dele, e em seu ouvido, diz calmamente:
 -Shhhhhhhhhhhh, vá dormir.

domingo, 18 de junho de 2017

Sally's Song

I sense there's something in the wind
That feels like tragedy's at hand
And though I'd like to stand by him
Can't shake this feeling that I have
The worst is just around the bend

And does he notice my feelings for him?
And will he see how much he means to me?
I think it's not to be

What will become of my dear friend?
Where will his actions leaves us then?
Although I'd like to join the crowd
In their enthusiastic cloud
Try as I may, it doesn't last

And will we ever end up together?
Oh, oh

And will we ever end up together?
No I think not, it's never to become
For I am not the one

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Sally, a Suja

O verão foi bom e quente naquele ano. O sol, como sempre, trouxe o calor de sua pele. As brisas leves que varriam o bairro faziam os dias não muito quentes ou frios. Era simplesmente o clima perfeito. Mas um verão Sally nunca vai esquecer.
Sally era uma menina, de oito anos, com longos e encaracolados cabelos castanhos, olhos verdes e brilhantes. Ela foi sempre educada, ela nunca mentiu, e fez o que lhe foi dito. Sua mãe e seu pai simplesmente a adorava, não poderia pedir uma melhor filha.
Sally riu enquanto brincava com seus amigos fora de sua casa. Vários jogos como, amarelinha e pique-pega e com sua boneca. A mãe de Sally sorriu calorosamente para a visão inocente e limpou as mãos no avental, chamando-a para dentro.
"Sally! Vamos entrar agora, é hora do almoço!" Sally olhou para sua boneca e sorriu.
"Ok mamãe!"
Sentou-se à mesa de jantar, Sally bateu levemente em seu assento, animada para quem sabe o que. Sua mãe colocou na mesa uma manteiga de amendoim e geleia, sanduíches com as beiradas cortadas. Alguns palitos de cenoura e aipo ao lado.
"Obrigada mamãe".
"Você é bem-vinda, querida." Como a criança começou a comer seu sanduíche, sua mãe se sentou em frente à menina e sorriu olhando ela comer. "Adivinhe! Seu tio Johnny está vindo." Sally olhou para cima e sorriu, os cantos de seus lábios tinha vestígios de manteiga de amendoim sobre eles.
"Mmg! Jommy Munle?" Ela repetiu a sua comida. Sua mãe riu e concordou.
"Mhm. Ele está vindo para ajudar o pai com seu trabalho, e para cuidar de você também. Talvez todos nós possamos ir para o carnaval também!" Sally mordeu o resto de seu sanduíche rapidamente e engoliu.
"A Sarah e Jennie virão também?" Sua mãe olhou-se no pensamento.
"Bem, isso é com a mãe e o pai deles. Mas se eles deixarem, com certeza!" Mais uma vez a criança riu e saltou na cadeira, agora ainda mais animada nas férias de verão.
Ao longo dos próximos dias, o tio de Johnny dirigiu-se para a casa. Saindo de seu carro, o homem esticou os braços sobre a cabeça e soltou um suspiro cansado.
"Tio Johnny!" Uma voz pequena piava, ganhando a atenção do homem. Sally deixou cair a boneca que ela estava brincando e correu para o membro da família, abraçando-o.
"Heyy Sal! Como tens passado?" Ele perguntou levantando a menina com facilidade, dando-lhe um abraço caloroso. A menina riu e olhou de volta para seus amigos, que estavam acenando em sua direção.
"Eu tenho tocado com Sarah e Jennie. Vamos para dentro e dizer a mamãe que você está aqui!"
"Parece uma ótima ideia." Ele sorriu e caminhou para dentro da casa, chamando a mulher. "Marie! Estou aqui!" Ele chamou, seguido de Sally imitando-o.
"Mama! Ele está aqui!" A dona de casa saiu correndo da cozinha e sorriu ao ver Johnny.
"Johnny, você chegou aqui são e salvo." O homem colocou a menina no chão e deu-lhe um tapinha de fundo para mandá-la fora. E abraçou a mulher.
"É claro que sim. Porque eu não iria vir aqui sã e salvo?" Ele riu, entrando na cozinha com a mulher. Sally correu até a porta da frente.
"Certifique-se de vir antes de escuro!"
"Sim, senhora!" E fora a menina foi.
Como o jantar se aproximava, o pai de Sally chegou em casa, feliz de ver que seu irmão estava lá também. Andando com sua filha, ele caminhou até Johnny com um aperto de mão e um abraço.
"É bom te ver homem, como tem passado?" Ele perguntou cruzando os braços, observando sua esposa pôr a mesa para o jantar. Johnny deu um encolher de ombros, brincando com os polegares.
"Eu e Karen nos separamos."
"Ah, isso é terrível, me desculpe .." Johnny balançou a cabeça com um sorriso.
"Não, está tudo bem. Estou feliz, eu posso mover-me livremente sem ter alguém constantemente querendo saber onde estou e o que estou fazendo." Os dois homens riram juntos, fazendo o seu caminho para a mesa para comer. "Mmm Marie, isso é maravilhoso."
"Obrigada, estou feliz que você tenha gostado."
"Mhm! É gostoso." Os adultos sorriram e riram do louvor da criança.
Prato após prato estava vazio, e Sally começou a bocejar outra vez, esfregando os olhos com as mãos. A mãe sorriu e gentilmente esfregou suas costas.
"Parece que alguém está cansada. Hora de dormir!" Sally assentiu e pulou seu assento, pegando seu prato e levando-o na pia. Sua mãe levantou-se para levá-la para a cama, mas parou quando John agarrou seu braço.
"Vou levá-la para a cama." Ele sorriu, ganhando um em troca.
"Tudo bem, obrigada John." O homem acenou com a cabeça, olhando a mulher fazer o seu caminho para limpar os pratos. Em seguida, olhou para ver seu irmão sair para o banheiro para lavar-se, e seguiu a jovem para o quarto dela.
John sorriu e fechou a porta atrás dele, observando-a remexer sua cômoda pegando o pijama para vestir.
"Você precisa de ajuda?" Ele perguntou, olhando a menina olhar para cima e acenar. "Ok, vamos ver o que você tem." O homem ao lado dela começou a olhar através de seus vários pijamas. "Você tem alguns de morango. Aposto que você vai cheirar como eles em seus sonhos.". Sally riu e balançou a cabeça, indicando que não quer vestir o pijama de morango. Johnny concordou e colocou a camisa de volta, em seguida, tirou outra camisa com um unicórnio nele. "Que tal um presente? Aposto que você vai montar em um unicórnio aqui." Mais uma vez a criança riu e balançou a cabeça negativamente. O homem soltou um bufo pequeno antes de colocar o pijama de volta. Em seguida, pegou uma camisola rosa claro regular. "Que tal isso? Ser capaz de se transformar em uma princesa com isso." Sally olhou e bateu palmas com entusiasmo e assentiu. Colocou o vestido em sua cama, ele estendeu a mão para ela e começou a desabotoar sua camisa.
"Eu posso me vestir tio." Ela disse com um sorriso, olhando inocentemente para as mãos em sua camisa. O homem sorriu e acenou com a cabeça, continuando a trabalhar seu caminho para baixo de sua camisa.
"Eu aposto que você pode, mas você está cansada, e por que não ter alguma ajuda?" Ele perguntou, observando Sally acenar algumas vezes. Uma vez recebendo a camisa desabotoada, ele colocou-o fora de seus ombros e deu-lhe um puxão na barriga, fazendo-a rir. Ele sorriu e tomou conta da orla de seu short e puxou para baixo. Finalmente, o homem agarrou sua camisola e empurrou a abertura sobre a cabeça, certificando-se de seus braços poderia passar as mangas. "Tudo pronto!" Ele disse feliz, vendo o sorriso menina de volta, rindo quando ela delimitada em cima de sua cama. Johnny levantou-se e pegou sua roupa, a porta se abriu e entrou mãe Sally chegou.
"Você está pronta para a cama?" Ela perguntou andando em volta da cama. Johnny olhou para cima e correu para o outro lado da cama.
"Vou guardá-la, tudo bem?" Marie olhou para ele e sorriu balançando a cabeça.
"Claro que não." Ela olhou para a filha e inclinou-se, beijando a criança na testa. "Boa noite meu amor."
"Mama Boa noite." Dando à menina uma massagem suave com o polegar na testa, a mulher levou as roupas Johnny tinha e fez o seu caminho para fora da sala. Johnny sorriu para a mãe e caminhou até o interruptor de luz, sacudindo-o. Ele fechou cuidadosamente a porta de seu quarto, e trancou-a. Lentamente, ele olhou por cima do ombro para Sally. Johnny usava um sorriso, torto.
Após os próximos dias, Marie notou que Sally não estava agindo normalmente. Ela não estava sorrindo tão brilhantemente como ela fazia ou falou com a mesma quantidade de felicidade. Marie tomou pegou na mão da criança antes de ela sair para jogar com seus amigos, e levou-a para o lado. Sally olhou para a mãe com um olhar confuso.
"Querida, você está se sentindo bem?" Ela perguntou, ajoelhando-se para estar na altura da criança. Sally olhou para ela de braços cruzados, e, lentamente, começou a chorar. Sua mãe arregalou os olhos em confusão. "Sally?"
"M-mãe ... eu ... eu não queria t-to ..." A garota conseguiu dizer que soluços.
"Não queria fazer o que querida?"
"E- .. Eu não queria tocar ... Eu não queria jogar seu jogo..." A criança olhou para a mãe e a abraçou apertado. "El- ... Ele tocou m-me ... A-e me fez to- toca-lo!" Marie franziu a testa e gentilmente começou a acariciar o cabelo da criança, confortando-a. Levemente até acalmá-la.
"Shhh, está tudo bem. Mama está aqui agora." Foi um pesadelo, isso é tudo. A menina teve um pesadelo assustador. "Tudo está bem agora, está bem? Não se preocupe com isso." Ela observou Sally olhar para ela, sua respiração picada, chorando, sorriu.
"Tudo bem-mamãe .." A mãe sorriu e beijou sua testa.
"Agora vá lavar-se, não quero jogar com os seus amigos com uma cara suja". Sally soltou uma risadinha de pequeno porte, e correu para o banheiro para lavar o rosto.
Mais tarde naquele dia, Johnny e seu irmão voltaram para casa do trabalho. Frank suspirou, sorrindo quando viu Sally acenando para ele. O pai acenou de volta, e fechou a porta do carro fazendo o seu caminho até a casa. Johnny olhou para Sally e sorriu, acenando para ela. O sorriso da criança lentamente murcha, mostrando menos felicidade, mas acenou de volta também. Johnny também andou dentro da casa, e parou quando ouviu a conversa entre seu irmão e sua esposa.
"Sally o que?" Frank perguntou.
"Ela teve um pesadelo. Uma muito ruim. Ela disse 'Ele tocou."
"Bem, quem diabos é 'Ele'!?"
"Eu não sei, Frank ... Mas, foi só um pesadelo. Eu só queria informar o que está acontecendo com ela e, por que ela estava agindo diferente."
Johnny franziu as sobrancelhas com raiva, os nós dos dedos ficando brancos. Depois, acalmou-se rapidamente, pensando rápido. Ele colocou um sorriso no rosto, e entrou na sala, fazendo parecer que ele só entrou na conversa deles e se levantou as sobrancelhas.
"Opa .. eu interromper alguma coisa?" Ele perguntou, observando o casal abanado a cabeça. Johnny sorriu novamente e manuseou de volta na direção do carro. "Eu estou indo a loja, você precisa de alguma coisa Marie?" A mulher sorriu e olhou para a cozinha.
"Sim, na verdade. Pode comprar alguns ovos, leite, pão e suco?" Johnny concordou prestes a sair, até que ele fez uma pausa.
"Sally quer ir também, só queria informá-lo." Marie sorriu.
Ele acenou com a cabeça novamente e fez o seu caminho para fora da casa. Chaves na mão. Olhando para Sally com seus amigos, ele segurou a mão sobre sua boca.
"Sally!" A criança olhou para ele e ficou olhando. "Vamos lá, vamos para a loja!" João fez o seu caminho até o carro, gesticulando para a menina a segui-lo. Sally ficou lá por um momento, então colocou suas bonecas na grama.
"Eu vou estar de volta, por favor olhem Lilly para mim." Jennie e Sarah sorriram, continuando a jogar o seu jogo de bonecas sem ela. Sally relutantemente fez seu caminho em torno do carro, subindo no banco de passageiros, e dobraram-se dentro "Será que mamãe quer que você vá até a loja?" Perguntou ela. Johnny concordou e colocou as chaves na ignição, ligando-a e saiu da garagem.
"Sim, ela quer alguma comida para ela. Talvez eu possa conseguir algo também." Ele sorriu, olhando para a criança. Sally sorriu nervosamente e olhou para frente, observando a passagem pelo cenário. Assim que chegaram à estrada que leva até a loja, Sally percebeu que ele não estava a abrandar para virar para o estacionamento. Ela franziu as sobrancelhas, confusa, e olhou para ele.
"Tio Johnny, a loja é do outro lado" Ela disse apontando na direção da loja Whole Foods. Mas nada veio do homem. Ele só continuou dirigindo, um sorriso muito fraco no rosto. A criança sentou-se e olhou para além de o banco de trás, observando a loja ficar lentamente menor até que ele estava fora de vista. Percebendo que eles não estavam indo fazer compras, a criança observava o pequeno estacionamento no parque da comunidade perto da cidade. Ninguém vai ao parque aos domingos. Sally se sentia nervosa, a respiração acelerada, observando o homem com os olhos arregalados. Johnny colocou o carro no parque e virou a ignição desligada, olhando para a criança. Raiva obviamente mostrando em suas características.
"Você disse a sua mãe o que aconteceu, não é?" Ele perguntou, olhando a menina freneticamente sacudir a cabeça. "Você não está jogando o jogo certo, Sally." Seu tom quase teve um ligeiro cantar para ele. O homem se aproximou e puxou a menina para ele, ignorando a luta que ela estava colocando seus apelos e choramingando. "Você disse que ia jogar o jogo comigo Sally, você mentiu para mim." Abrindo a porta do carro ao lado dele o homem saiu junto com a criança e jogou-a no chão, imobilizando-a rapidamente para baixo. Ignorando os gritos e contorcendo-se inutilmente. "Você tem que ser punida agora por quebrar as regras." Ele disse em tom de canto ligeiro, e começou a desatar o cinto.
"Um casal encontra o corpo de oito anos de idade de Sally Williams, no parque da comunidade. Na semana de longa busca pelo assassino agora está fechada."
Ele podia jurar que tinha fechado a porta antes de subir na cama. “Acho que eu esqueci...” Levantando-se do calor e conforto de sua cama, o adolescente fez seu caminho através do quarto e fechou a porta. Antes que ele pudesse subir de volta para suas cobertas, um barulho fora, no corredor, se levantou. Eram seus pais? Eles devem ter ido olha se ele estava sem sono ou algo assim. Assim que ele tem as pernas cobertas, o adolescente parou para ouvir um som fraco de... Choro? Porém, parecia de uma criança. Subindo, lentamente, ele levantou da cama mais uma vez, fez seu caminho até a porta e abriu-a. O choro parecia ser mais alto do lado de fora do seu quarto. Espiando a escuridão o adolescente se arrastou pelo corredor, seguindo os sons do choro. Uma vez que chegou ao final do corredos, a menina engasgou. Sentada no chão, em frente à janela, era uma menina, vendo o luar. Ela estava curvado, chorando. Como ela chegou em sua casa? Através da janela? Engolindo em seco, o adolescente falou.
"Quem ... Quem é você? Como você chegou na minha casa?" , Perguntou ele.
De repente, o choro parou. A criança se moveu lentamente as mãos trêmulas longe de seu rosto, e olhou para trás, contraindo-se levemente. Sangue substituído lágrimas, manchando as mãos. Houve um coágulo profundo de sangue em sua cabeça e, o sangue vazando do ferimento no seu rosto e em seu vestido de noite sujo. Seus brilhantes olhos verdes pareciam que viam através de sua alma.
"Esta é minha casa ...." A criança falou, sua voz rouca, soando como se estivesse lutando para falar. O corpo da menina contraiu e mexeu estranhamente como ela levantou-se a seus pés e se virou para o adolescente. Seus pés estavam sujos, como se ela estivesse correndo pela lama, arranhões cobriam os joelhos e pernas, e no final de seu vestido foi rasgado e esfarrapado. 'Sally' O nome costurado na frente. Com a mão encharcada de sangue da menina sorriu, dentes manchados de sangue, enquanto falava.
"Brinque comigo ..."

domingo, 11 de junho de 2017

A Verdadeira História da Cinderela


Oi galera!!!
Hoje eu vou destruir novamente a infância de vocês, e hoje contarei a vocês a verdadeira história da Cinderela.
Com certeza esse filme encantou crianças de todas a gerações, com a história da garota que era um escravizada pela madrasta, mas que consegue dar a volta por cima, casa com o príncipe encantado e vive feliz para sempre. Aquela história fofa que todo mundo conhece né?
Mas o que poucos sabem, é que essa história é muito antiga, e que existem registro dela até mesmo de alguns anos antes de Cristo, e em diversas versões, a história é bem pertubadora para se contar a uma criança.
Mas agora vamos logo!

A história começa do jeito que todos conhecemos. Um homem muito rico, mas que vivia infeliz, pois perdeu sua mulher durante o parto de sua linda filha, mas logo resolve se casar novamente, para dar uma figura materna a sua filha.
Porém, ele acaba se casando com uma mulher também viúva, mas que era arrogante e interesseira, e que também tinha duas filhas, tão arrogantes quanto a mãe.
Mas a felicidade durou bem pouco, pois foi assassinado por sua nova esposa, para que a mesma receba a herança do falecido marido (E que possivelmente fez o mesmo com o primeiro marido né?), e passou a obrigar a pobre menina a trabalhar como empregada para ela e suas filhas, para também evitar que a jovem recebesse a herança do falecido pai.
O tempo passa, a garota cresce, e passa a ser apelida de Cinderela por suas Meia-irmãs (Em inglês, "Cinder" significa cinzas, dando origem ao nome Cinderela, O nome Ella possívelmente seria o nome verdadeiro da jovem).
Um dia, a família recebe um convite para um baile real, para comerar o vigésimo primeiro aniversário do príncipe do reino, e também para o mesmo escolher una mulher para se casar.
Cinderela fica extremamente empolgada e ansiosa para o evento, mas é proibida por sua madrasta, pois sabia que o príncipe se encantaria com a beleza da jovem, a escolheria como esposa e que a jovem tiraria tudo que era direto de sua madrasta.
Chega o dia da festa. A madrasta e a suas filhas vão ao baile, deixando Cinderela chorando no jardim da casa.
Na historia original, não existe Fada Madrinha alguma. Uma árvore havia crescimento sob o túmulo da mãe de Cinderela, e como a árvore era mágica, ela acabou ganhando vida.

O espírito da mãe jovem (Que ainda estava se fixado na árvore), transforma os trapos da garota em um lindo vestido e em dois pares de sapato de vidro, a abóbora em uma carruagem, e as duas pombas amigas de Cinderela (Nessa versão, os animais amigos de Cinderela são duas pombas, e não ratos, como é mostrado no filme da Disney) em dois belos cavalos brancos.

Antes de partir para o baile, o espírito alerta Cinderela de que a Meia Noite ela deveria estar de volta em casa, pois assim, o encanto acabaria.
Cinderela chega ao baile. Ao ver a jovem pela primeira vez, o príncipe se encanta por sua beleza e imediatamente "Se apaixona" por ela, e a convida para dançar.
Porém, Cinderela havia se esquecido do alerta do espírito, e ao bater as doze badaladas da Meia-Noite, a jovem imediatamente foge do castelo, antes que seu vestido se tornasse trapo novamente.
Mas durante a fuga, ela acaba acidentalmente deixando um de seus sapatos de cristal para trás.

O príncipe encontra o sapato da jovem, e se surpreende por alguém ter o pé tão pequeno. Então, ele decide vagar por todo o reino a procura da dona do sapato, e a levaria para o castelo para enfim poder se casar.
Nenhuma mulher do reino conseguia colocar os pés no sapato.
Até que enfim, o príncipe chega na casa da Madrasta, e antes de chegar, sabendo de que nenhuma mulher conseguia provar o sapato, a madrasta resolve corta os dedos e o calcanhar de sua filha mais velha, e o sapato serve.

Mas antes de leva-la ao castelo, o príncipe percebe o sangue dentro do sapatinho, e a devolve para casa.
Mas isso não para por aí. A madrasta resolve fazer a mesma coisa com sua filha mais nova, e a mas o príncipe também percebe o sangue e a manda embora.

Quando o príncipe está quase desistindo da busca, Cinderela aparece, e prova o sapato, que para a surpresa de todos, serviu perfeitamente.

O príncipe imediatamente leva Cinderela para o castelo. Os dois se casam e vivem "Felizes para Sempre"
E enquanto a Madrasta e suas filhas?

A madrasta foi enfim condenada a morte pela própria enteada. E as filhas da madrasta? As duas tiveram seus olhos arrancandos pelas duas pombas amigas de Cinderela, e passaram a viver uma vida de miséria e agonia, como duas mendigas cegas e mancas.

Essa história é bem diferente da história apresentada no filme da Disney. E esse final então...
Até a próxima!!
Bjs

sábado, 10 de junho de 2017

A Thousand Years

Heart beats fast
Colors and promises
How to be brave
How can I love when I'm afraid to fall
But watching you stand alone
All of my doubt suddenly goes away somehow
One step closer

I have died everyday waiting for you
Darling don't be afraid I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more

Time stands still
Beauty in all she is
I will be brave
I will not let anything take away
What's standing in front of me
Every breath
Every hour has come to this
One step closer

I have died everyday waiting for you
Darling don't be afraid I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more

And all along I believed I would find you
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I love you for a thousand more

One step closer
One step closer

I have died everyday waiting for you
Darling don't be afraid I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more

And all along I believed I would find you
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I'll love you for a thousand more

domingo, 28 de maio de 2017

Criaturas da Noite: Bruxas

Oi gente!!
Após eu ficar um bom tempo sem postar nada nesse quadro, eu estou de volta com um novo tema: As Bruxas!


Todos nós conhecemos as bruxas com mulheres feias, deformadas, malvadas e com uma risada assustadora e perturbadora, não é?
Mas vocês sabia que as bruxas nem sempre foram assim? E que na Idade Média, elas foram tão temidas quanto os vampiros? E que elas existem na Vida Real?
Hoje eu vou falar delas para vocês!


A bruxaria já era citada desde a Antiguidade. Segundo registros, na Era Celta, as bruxas eram sábias mulheres com conhecimentos medicinais um tanto quanto avançados para aquela época, e por isso, todos levavam em conta de que esses métodos medicinais tinham alguma ligação com o Sobrenatural, mas na todos levavam isso como algo normal na Era Celta.


Mas isso tudo mudou durante a Inquisição do Cristianismo, na Idade Média. A Igreja Católica passou a perseguir todos aqueles considerados Hereges, e claro, as bruxas eram alguns desses alvos.


Os cristãos passaram a acreditar que as bruxas eram adoradoras do Demônio, e por causa disso, todas as mulheres que praticasse qualquer tipo de magia ou bruxaria, eram condenadas ou a fogueira ou a forca.


E não eram apenas as mulheres praticantes de bruxaria que eram perseguidas. Qualquer mulher, que tivesse algum pensamento diferente da Igreja Católica, também já eram consideradas bruxas, e tinham o mesmo destino (Eu obviamente também iria parar na fogueira se tivesse nascimento daquele tempo kkkkk)


E desde então, os pais da Era Medieval, passaram a aterrorizar suas crianças, contando que as bruxas eram demônios que sequestravam e devoravam crianças, lançavam pragas, transformavam pessoas em animais e etc.


As bruxas também tinham como símbolo ou representação, o gato preto.
Por que gatos? Pela maioria das bruxas possuirem gatos como animais de estimação, a Igreja passou a transmitir a imagem de que os gatos pretos eram a personificação do mal ou até mesmo do próprio Demônio. Obviamente, esse deve ser o motivo da famosa superstição de que "Gato Preto dá azar", mas eu nunca acreditei nesse tipo de coisa.

O tempo passou, e no Século XVI, na Inglaterra, a bruxaria passou a ser considerada um crime, e óbvio, com a morte como punição.
A idéia de bruxaria também chegou as Américas, durante a Colonização, passando também a aterrorizar os americanos. Sendo assim, os americanos da Igreja Protestante passaram também a acusar escravas africanas de bruxaria, apenas por praticarem suas religiões nativos.
Um desses casos envolvendo isso, foi na cidade Americana de Salem, que aliás, também foi o caso mais famoso da Histeria das Bruxas, mas deixarei isso pra falar mais pra frente aqui no Blog.

Mais um tempo passou, e no Século XIX, durante a Era Vitoriana, com o avanço da Ciência, a bruxaria passou a ser vista como uma piada, e a antiga lei, que proibia a bruxaria e a punia com a morte, foi alterada, dizendo que quem dizer praticar bruxaria, levaria uma multa, e passaria a ser visto como louco.


E enfim chegamos nos dias atuais, e as bruxas passaram a fazer parte da cultura popular. No filme O Mágico de Oz, de 1939 (Ano em que o meu avô nasceu) tivemos a primeira imagem da típica bruxa que conhecemos hoje. Aquela mulher feia, de nariz enorme, o rosto cheio de verrugas e com a gargalhada aterrorizante. Essa idade também serviu de influência para as demais bruxas que vieram logo em seguida.

E se existem bruxas na vida real? Sim! Existem!
Elas seguem a religião Wicca (Que aliás, eu admiro e me fascino muito), e são pessoas como nós: Estudam, trabalham, vão na balada, bebem e etc.
Mas óbvio, muitas pessoas ainda não vêem isso com os mesmo olhos, então é óbvio que a descriminação ainda é bem predominante.

Enfim galera, espero que tenham gostado de saberem mais sobre as bruxas.
Até a próxima!!!
😘😘😘

sábado, 20 de maio de 2017

(Teoria) Avril Lavigne está morta?


Oi genteee!!!
Estou de volta com mais uma teoria.
Quem aqui não conhece Avril Lavigne? Óbvio que todo mundo deve conhecer né?
Eu mesma já tive a minha fase em que eu era maluca por essa mulher. Isso quando eu era um pouco mais nova, quando eu tinha por volta de uns 11 ou 12 anos. Vocês podem perguntar para as pessoas que conviveram comigo em 2012/2013 que elas vão confirmar tudo kkkkk
E todos também devem conhecer a teoria que diz que a cantora supostamente teria morrido ainda no início de sua carreira e foi substituída por uma sósia.
Recentemente, essa teoria voltou a tona na Internet, e hoje eu vou falar dela para vocês!


Avril Ramona Lavigne nasceu no Canadá no dia 27 de Setembro de 1984 (Sim, ela tem 32 anos).
Desde pequena, ela já apresentava o seu dom para a música. Até ela ser descoberta em 2001 (E que também foi o ano em que essa lindeza aqui nasceu) aos 17 anos.
Não demorou muito para o sucesso de Avril estourar e conquistar fãs ao redor do mundo com o seu jeito de garota rebelde. Seu primeiro álbum, Let Go, foi lançado em 2002, pouco tempo depois de seu primeiro clipe, Complicated, ser lançado.


Porém, aos poucos, Avril foi deixando o seu estilo rebelde para um tom mais "triste"
Vemos em I'm With You.

A justificativa para isso, é que Avril havia entrado em depressão por causa da fama, além de também estar enfrentado outros problemas, como um amor não correspondido e a morte de seu avô.
Enfim, Avril não aguentou, e cometeu suicídio por enforcamento no banheiro de sua casa, em 2003, aos 19 anos.
Mas claro que a mídia não ia deixar isso barato. Avril havia se tornado uma "Máquina de dinheiro" com a mídia, e eles sabiam que teria um enorme prejuízo divulgado a morte da jovem.
E o que eles fizeram? Obrigaram a família de Avril a ficar calada e não divulgar absolutamente nada sobre a morte da filha.
E então, eles resolveram contrar uma sósia para substituir Avril. Eis que surge Melissa Vandella, uma jovem atriz quase (Eu disse quase!) idêntica a Avril. Melissa concordou em substituir a jovem cantora e assumiu o lugar de Avril.

Mas como se pode provar isso?

Ninguém muda de estilo de uma hora pra outra, não é?
Antes de se matar, Avril havia escrito mais algumas músicas para o seu próximo álbum: Under My Skin.
Algumas músicas desse álbum são totalmente diferentes de Let Go, o álbum anterior. Tanto as músicas quanto os clipes, retratavam uma Avril triste e sombria.
Alguns exemplos disso são Nobody's Home e My Happy Ending.

Até mesmo as fotos álbum deixam isso bem claro. A capa do álbum mostram Avril (Agora já com Melissa em seu lugar) em preto e branco, com uma cruz vermelha em seu braço.

Outras imagens mostram Avril com um olhar triste e deitada no chão, como se estivesse querendo dizer alguma coisa.

Repare também no clipe de Nobody's Home, que também apresenta algumas mensagens subliminares. Nesse clipe, Avril também interpreta a personagem principal da história retratada tanto no clipe quanto na letra da música.
Bem no final do clipe, se você pausar o vídeo, verá escrito nele: "Avril 2004", sendo que Avril havia morrido em 2003. Ou seja, Avril morreu no meio da gravação do clipe, e a sósia deu continuidade a gravação.
Em My Happy Ending, também vemos a nova Avril meio que "Assistindo" a vida da verdadeira Avril.

Evan Taubenfield, fazia parte da banda particular de Avril, e tinha uma forte ligação de amizade com a cantora. Ele ficou inconformado com a morte da amiga, e abandonou a banda por estar ciente da substituição de Avril pela sósia e não concordar nem um pouco com isso.
Ele até chegou a lançar uma música em parceria com Avril, chamada Best Years Of Our Lives.
Preste bem atenção na letra da música :

Eu nunca pensei que isto pudesse acabar
Eu nunca pensei que iria perder minha melhor amiga
Tudo está diferente agora
Podemos fazer o mundo parar de girar?

Um tempo se passou, e em 2007 foi lançado The Best Dawn Thing, novo álbum de Avril.


Avril deu uma nova mudança estramamente radical em seu visual. Melissa, a sósia, resolveu deixar tudo cor de rosa, mostrando um pouco da sua verdadeira personalidade. Ela deixou de lado o visual punk da antiga Avril para dar um ar mais "Patricinha" gerando aquela polêmica mistura de "Patricinha e Rockeira"


Melissa até deixar isso claro na letra na música que entitula o álbum. <br>


Goste disso ou não, mesmo que ela se pareça muito comigo
Nós não somos a mesma

Agora, repare também nas mudanças físicas de Avril.

Melissa também chegou a realizar algumas cirurgias plásticas para tentar se parecer mais com Avril.
Repare que a antiga Avril não costumava mostrar os dentes ao sorrir, seu cabelo era sempre para frente, seu rosto era um pouco mais redondo e seus olhos eram mais claros entre outras mudanças físicas...
Melissa chegou até a tentar esconder as pintas em seu braço com maquiagem.

Agora repare na assinatura de Avril.
Antes, Avril não autografava com um coração. Mas a sua nova assinatura está até no Wikipédia, pra todo mundo ver.

O timbre da voz dele também mudou muito. Preste bem atenção na voz de Avril cantando Nobody's Home.

E aí? O que vocês acham pessoal?
Será que Avril Lavigne está mesmo morta? Será que fomos enganados esse tempo todo? <

Até a próxima!!!
😘😘😘